Entretenimento

Campanha da RIC prestigia fotógrafos com olhares distintos sobre Curitiba; conheça

Três fotógrafos foram selecionados para participar, com registros de cenas que mostram toda a beleza da cidade, que é tão querida por seus moradores

Daniela
Daniela Borsuk
Campanha da RIC prestigia fotógrafos com olhares distintos sobre Curitiba; conheça
(Foto: Isabela Neris)

30 de março de 2021 - 09:32 - Atualizado em 30 de março de 2021 - 09:32

Para comemorar o aniversário de 328 anos de Curitiba, a RIC Record TV lançou uma campanha que traz fotografias com olhares distintos sobre a capital paranaense. Três fotógrafos foram selecionados para participar, com registros de cenas que mostram toda a beleza da cidade, que é tão querida por seus moradores.

Para prestigiar o trabalho desses jovens, o portal RIC Mais conversou com os fotógrafos, que contaram sobre a sua paixão por fotos e como foi exercer a atividade durante o último ano, com a pandemia do novo coronavírus que restringiu a circulação dos profissionais pela cidade.

Isabela Neris

(Foto: Arquivo Pessoal)

Desde pequena, Isabela, hoje com 31 anos, foi apaixonada por fotografia. Nos eventos de família, em casa, era ela quem estava com uma câmera em mãos, registrando todos os momentos e – quase sempre – ficando de fora da imagem revelada. Conforme foi crescendo, acabou se distanciando da fotografia, mas a paixão por esta arte nunca deixou de existir.

“No ano de 2015, quando eu estava em processo de autoconhecimento e de redescobrimento pessoal, a fotografia voltou com tudo na minha vida e em 2016 comecei a fotografar com o celular, que era o que eu tinha em mãos na época. Acabei juntando duas paixões, a fotografia e a arquitetura de Curitiba. Fazia fotos das paisagens dos pontos turísticos, lugares históricos e isso me ajudava a descobrir ainda mais a história da cidade, saia nos finais de semana em busca de novas fotografias e nisso comecei a me apaixonar pelo processo fotográfico e pela criação de fotografias com sentimento e embarquei com tudo nisso”, contou ela.

Em 2019, decidiu se profissionalizar, fez um curso e conseguiu comprar os equipamentos necessários para as produções. “Sou apaixonada pela produção artísticas das fotografias, desde a maquiagem e figurino até a parte emocional e sentimental, e segundo ou lado a lado com a primeira opção, é a fotografia urbana, gosto de documentar o momento e a condição humana”, explicou Isabela.

Durante a pandemia, Isabela não deixou de fotografar. A jovem, que se considera inquieta e adora estar em constante aprendizado, decidiu guardar na memória, e também nas imagens, como Curitiba mudou no período.

“Posso dizer que capturei o sentimento e a memória de alguns momentos da cidade vazia, tenho certeza que a sensação que as fotos transmitem desse período são únicas no meu portfólio e de muitos outros artistas da área. O objetivo é contar a narrativa da pandemia pelo olhar da fotografia, tornando assim um documento histórico para as próximas gerações”.

Disse a fotógrafa.

Entre os desafios das restrições de isolamento social necessárias para o combate à covid-19, Isabela contou que precisou se reinventar: “fiz muitas fotografias em ambientes internos, pude explorar mais o nicho de retratos e ensaios no geral”.

(Foto: Isabela Neris)

A fotógrafa também possui um perfil no Instagram onde expõe alguns de seus trabalhos. Clique aqui e confira.

Victor Hugo de Oliveira

(Foto: Arquivo Pessoal)

Victor tem 22 anos e fotografar sempre foi o seu sonho. Porém, foi somente em 2020 que começou a colocar a atividade em prática, eternizando imagens da natureza, suas fotos preferidas, mostrando árvores e flores.

Na pandemia, diante da angústia de ficar em casa, viu na fotografia uma forma diferente de pensar as paisagens e o cotidiano ao seu redor. “Foi uma forma de afastar a solidão, os sentimentos ruins, sempre que me sinto assim eu saio pra fotografar com todos os cuidados necessários, álcool em gel, distanciamento social e máscara”, explicou.

Jovem, Victor conta que deseja levar o sonho adiante e vai se aprofundando aos poucos nesta arte, diante de suas próprias experiências.

“Minha carreira está começando, digo que sou um aprendiz, não tenho câmera profissional, todas minhas fotos são tiradas e editadas com o meu celular. Pretendo esse ano ainda adquirir uma câmera e bem como começar a fazer alguns cursos relacionados a fotografia e num futuro breve me tornarei um fotógrafo profissional”.

Relatou Victor.
(Foto: Victor Hugo de Oliveira)

Maycon Da Silva Cavalcante

(Foto: Arquivo Pessoal)

Maycon é fotógrafo e filmmaker, tem 28 anos e é formado em Publicidade e Propaganda. Carioca, o jovem se mudou para Curitiba para fazer faculdade e deseja ser um exemplo e inspiração para toda a família, já que é o primeiro a fazer uma graduação.

Na faculdade, aprendeu alguns princípios da fotografia e se aprofundou em técnicas de iluminação, mas a edição e o registro de imagens já estava na sua vida muito antes. Na adolescência, Maycon ganhou um computador com um programa de edição, o Photoshop, e o que começou como brincadeira, logo virou profissão. Ao buscar novos olhares, começou a fotografar casamentos e decidiu fazer a faculdade de publicidade para também unir a paixão pela Comunicação.

Hoje, explora novos olhares e, no tempo livre, se desprende dos princípios e regras básicas da fotografia para se aventurar em novos olhares.

“O que eu mais gosto de fazer são fotografias experimentais e documentais. Fotografia experimental para mim é bem importante pois é um momento onde eu tento sair um pouco de tudo o que os clientes me pedem no trabalho normal como editor de vídeo ou como cinegrafista, tento desconstruir um pouco as regras da fotografia, das regras de composição, para tentar trazer um trabalho que tenha mais a minha identidade.

Contou Maycon.

“E na fotografia documental, como nos outros trabalhos, principalmente na publicidade, geralmente a gente tem que dirigir muito, tudo tem que ser muito certinho, muito direitinho, nesse trabalho documental eu gosto de sair nas ruas para fotografar o que eu estou vendo sem necessariamente fazer intervenção em lugar nenhum”, explicou o fotógrafo.

Na pandemia, Maycon viu a criatividade aflorar nos primeiros meses, descobrindo novas formas de fotografar dentro de casa. No entanto, como o isolamento social se arrastou por muitos meses, teve períodos em que ficou sem fotografar. Quando as medidas na cidade já estavam mais brandas e a situação da covid-19 em Curitiba ficou um pouco mais controlada, voltou para as ruas em horários alternativos para “pegar a rua vazia e fazer algumas fotos de como a cidade estava naquele momento”. 

Para ele, a intenção das fotos é trazer histórias e lugares para despertar a empatia e, durante a pandemia, a conscientização das pessoas para a necessidade de ficar em casa.

(Foto: Maycon Da Silva Cavalcante)

Mais fotos do fotógrafo você encontra clicando aqui.

Campanha Aniversário de Curitiba da RIC Record TV

A campanha do aniversário de Curitiba já está no ar. Confira na íntegra:

(Vídeo: RIC Record TV)

Informamos aos nossos visitantes que nosso site utiliza cookies. Ao usar nosso site, você concorda com nossos Termos de Uso. A maioria dos navegadores aceita cookies automaticamente. Para ver quais cookies utilizamos, acesse nossa Política de Privacidade.