Energia

Resgate e Proteção aos animais marcam obras do Projeto Gralha Azul

Programa de afugentamento, resgate e monitoramento da fauna garantiu a localização e identificação de aproximadamente 1,5 mil animais

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

21 de fevereiro de 2021 - 11:51 - Atualizado em 21 de fevereiro de 2021 - 11:51

Sistema de Transmissão Gralha Azul, possui programas específicos de monitoramento e resgate de animais silvestres fossem criados e implementados.

Os engenheiros envolvidos na obra anteciparam-se com planejamento em busca do bem-estar e garantir as melhores condições dos animais.

“A ideia é que os animais possam ser devidamente resgatados ou afugentados conforme cada caso”

afirmou Marcos Phobe, Engenheiro Sanitarista

O programa de afugentamento, resgate e monitoramento da fauna, em pouco mais de um ano garantiu a localização e identificação de aproximadamente 1,5 mil animais nos 27 municípios por onde a obra passa e gera impactos.

O desafio e principal preocupação da Engie Brasil, empresa responsável pelo projeto Gralha Azul, é garantir a preservação dos animais nos ambientes de mata nativa.

“No caso de encontrar algum ninho durante as atividades de supressão, esse ninho é devidamente cercado, sinalizado, e a gente precisa aguardar o abandono do ninho para depois retomar as atividades.”

contou Phobe, engenheiro sanitarista, da Engie Brasil

A preocupação é com toda a forma de vida que possa aparecer nos caminhos dos trabalhadores.

“Qualquer que seja a fauna, a gente avalia primeiro a situação para saber qual método mais seguro e eficaz para os colaboradores e para os animais.”

Lucas Oliveira, Biólogo resgatista

A missão pela vida também permite o progresso. O desafio é preservar a mata, a fauna e levar energia com mais qualidade a todos os paranaenses.

“Esses programas fazem com que a gente tenha um relacionamento com as comunidades, e uma base de dados para fornecer para o órgão ambiental garantindo assim que todas a medidas que seriam necessárias para compensação de impactos foram devidamente realizadas”

finalizou Marcos Phobe, da Engie Brasil