Pela liberdade, pela resistência, contra um governo fascista, contra os cortes das verbas das universidades públicas. Com certeza você está cansado de ouvir esse e outros devaneios da esquerda que não aceita o resultado da eleição presidencial de 2018 que deu a vitória ao presidente Jair Bolsonaro com 58 milhões de votos válidos 29.941.265 abstenções e 2.486.593 de votos nulos dando uma surra democrática no PT no segundo turno. Isso é a mesma coisa que um competidor chegar em  décimo lugar em uma competição esportiva e começar uma campanha contra o vencedor dizendo que roubaram sem levar em conta que perdeu.

 Analisando friamente, as “greves” das universidades públicas em apoio a “educação” e contra o programa Futura-se e do governo Jair Bolsonaro não revelaram-se exatamente contra os “cortes” pela educação (contingenciamento) ocorridas nos dias 02 e 03/10/2019. Os fatos divulgados pela imprensa esquerdista e os vídeos feitos pelos manifestantes em nada se pareciam  com um protesto em prol pela educação. Na verdade mostrou-se uma fachada por partidos políticos de esquerdas e seus sindicatos para desestabilizar o governo Jair Bolsonaro e as votações em segundo turno no Senado da reforma da previdência entre outras medidas que o Congresso Nacional vem votando pelo bem do país, sabe-se lá as verdadeiras intenções dos congressistas, mas para o bem ou para o mal as estão votando com o executivo e isso que realmente importa. Contra as privatizações dos Correios e a Petrobrás (os maiores canais de corrupção dos governos PT), contra a reforma da previdência, contra o pacote anti-crime (imagina se criminosos vão querer uma pacotes de medidas que pode levá-los para cadeia), contra a liberdade econômica, pela volta dos repasses do governo para UNE, que diga-se de passagem, deixou de receber milhões quando o presidente Bolsonaro tomou posse, “movimentos populares”, pela volta do imposto sindical e Lula Livre. 

Pelo fim dos “cortes” nas verbas das universidades públicas e contra os programa Futura-se foi o grupo menor. Mas aí você pergunta: Como isso aconteceu?  Investigando a fundo caro leitor descobri que os partidos de esquerda acionaram a CUT e outros sindicatos ligados a educação para convocarem uma paralização em 28 universidades federais em todo país manipulando os alunos para invadirem as salas de aula com o objetivo de atrapalhar os professores e alunos que não queriam aderir a paralisação.

Listas do banco de dados das universidades foram utilizados para enviar  e-mails convocando os alunos para as manifestações o que criou uma situação de coação nos alunos. Além de criarem uma situação constrangedora os e-mails solicitavam aos professores que não deveriam dar falta ou criassem alguma situação que prejudicasse os alunos participantes das manifestações. Agora pergunto a você caro leitor. Você não teria medo dessa situação sabendo que os organizadores deste ato tem todos os seus dados inclusive com seu endereço? Eu teria.

Alguns alunos e professores entraram com medidas de segurança em seus estados para terem o direito de darem aula no caso dos professores e os alunos poderem estudar.

Segundo um comunicado da UNE os motivos para paralisações são contra o programa Futura-se o que segundo a instituição é uma forma de privatizar a educação e as empresas multinacionais iriam criar uma suposta parceria com as universidades federais para roubar as pesquisas. O que absolutamente ridículo. É muito interessante que um outro comunicado menciona que em nome do povo brasileiro e da soberania nacional os sindicatos de várias categorias aderiram às paralisações.  O quê o MST e o MTST, braços do presidiário mais famoso do Brasil estavam fazendo em uma manifestação pela “educação”? Inspirando-me na marchinha de carnaval “Eh, você aí, me dá um dinheiro aqui…”

Eu compus a seguinte marchinha, Eh governo aí me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí. Não, não dá não, vai  trabalhar, no meu governo não tem boquinha não

Brincadeiras a parte, o Futura-se é um programa proposto pelo MEC no governo Bolsonaro que busca o fortalecimento da autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais. Essas ações serão desenvolvidas por meio de parcerias com organizações sociais. O programa se divide em três eixos : Gestão, Governança, Empreendedorismo com Pesquisa e Inovação, Internacionalização, essa última não diz respeito a privatizar as universidades públicas e sim facilitar intercâmbios de professores e alunos buscando mais conhecimento.  Quem quiser saber mais do projeto entre no link (acesse aqui).

 E se as universidades aderirem as ao Futura-se como o corporativismo dos membros docentes que não prezam pelas universidades, os sindicatos e os partidos do ex-governo vão fazer suas falcatruas com o dinheiro dos contribuintes?

 

 E aí, descomplicou?

Régis Rothfilber

Régis Rothfilber

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