Ao ler o artigo da revista Época com a matéria intitulada “ Modo de Usar – Uma Bolsonaro ensina a vencer na vida” do jornalista estagiário João Paulo Saconi do info globo, realmente senti uma repulsa. E por quê uma repulsa? Porque nunca tinha visto em meus 43 anos de vida, um artigo tão baixo dentro de uma estratégia para afetar um presidente da república democraticamente eleito

A estratégia do grupo Globo participações foi tão visível que não precisa ter nível superior para entender. Todos sabemos que o grupo Globo perdeu bilhões em verbas publicitárias desde que o governo Bolsonaro começou. Além disso, existem fatores como patrocínios fraudulentos em projetos utilizando a extinta lei Rouanet, empréstimos mal explicados com o BNDS, dívidas bilionárias com o imposto de renda , direitos trabalhistas entre outras coisitas.

Então ao publicar o artigo na revista Época no dia  16 de setembro de 2019 – (acesse aqui), com a  intenção de causar instabilidade no governo Bolsonaro e prejudicar o deputado federal Eduardo Bolsonaro na sabatina no senado, fato que pode garantir sua nomeação como embaixador do Brasil nos EUA. Temos que nos questionar nesse caso se o artigo da revista era de interesse público ou do público. Quem não gosta de uma fofoca?  O interesse público é o que orienta o jornalismo investigativo com ética, o que encontramos nesse artigo é no mínimo imoral. Eles usaram de subterfúgios cometendo atos criminosos. Em um trecho do artigo diz o seguinte: “ A revista Época não recorreu de subterfúgios ao elaborar a matéria. Heloísa Wolf Bolsonaro foi avisada quase terminado a última sessão de coaching que na verdade foi tudo gravado e Época faria uma matéria sobre ela.” 

No mesmo artigo que o jornalista insinua que a psicóloga Heloísa Wolf Bolsonaro especializada em coaching, usa de seus conhecimentos profissionais para ajudar o seu esposo, Eduardo Bolsonaro, a ser aprovado na sabatina no senado.  Fico pensando que se coaching é uma profissão que usa atos ilícitos então a revista chamou todos profissionais de coaching e de psicologia de vigaristas mau caráter

Mais como diria o personagem Tio Ben dos quadrinhos Homem Aranha “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. O jornalista João Paulo Saconi, acha que a lei não vale para a imprensa. Para embasar meu texto o jornalista, a editora de jornalismo da revista Época e o grupo Globo cometeram crimes como: falsidade ideológica, calúnia, difamação, conduta ilícita e crime do flagrante preparado artigo súmula 145 do código penal brasileiro aceito pelo STF. O interessante que na estratégia do grupo Globo foi de se vitimizar e dizer que o jornalista da revista Época agiu dentro da lei tendo como premissa a liberdade de imprensa. Minha análise  isso foi uma tentativa de manipular a opinião pública, a mídia e entidades representantes do jornalismo para justificar seus crimes cometidos e saírem impunes. Dona Heloisa Wolf Bolsonaro irá processar o grupo Globo, a revista Época, o jornalista e a editora de jornalismo da revista.

Tudo leva a crer que o grupo Globo tratou de emitir uma nota de desculpas pública em uma tentativa de usar isso como defesa quando os processos chegarem aos tribunais. Nós do canal Descomplica Brasil fomos apurar e trazemos para os leitores um trecho da carta pública de desculpas  das organizações Globo.

 Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco.

Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles.

Para ler na íntegra a matéria de 17/09/2019 publicada pelo jornal Estado de Minas clique aqui.

No fim das contas caros amigos leitores, essa atitude baixa, foi uma manobra de cunho ideológico e financeiro. Nada tem a ver com jornalismo. Espero ter trazido uma reflexão do que aconteceu e os reais interesses.

Régis Rothfilber

Régis Rothfilber

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