Essa semana circulou um vídeo na internet de uma conversa entre um produtor de um curta da produtora Maria Farinha que tocou fogo em uma parte da Amazônia Paraense para produzir um curta metragem que supostamente iria ser exibido na abertura do Rock in Rio edição 2019 no Rio de Janeiro.

No decorrer da conversa o produtor do filme conta um roteiro sem pé nem cabeça tentando enrolar o agente da polícia da cidade de Presidente Figueiredo. O produtor do filme demonstra desconforto ao ser confrontado pelo agente sobre porque estavam queimando a floresta já que na permissão para filmagem não constava isso. E se vocês pensam que a história acaba por aí, sem enganam. Ao avisar o prefeito sobre o ocorrido, imediatamente entrou em contado com a produção do festival que desmentiu a desculpa furada do produtor e rapidamente divulgou uma nota nos principais veículos da imprensa brasileira comentando o ocorrido e desmentindo qualquer ligação. Um deles foi publicado pela revista Exame:

A organização do Rock in Rio desconhece o conteúdo que está circulando na mídia e nas redes sociais que traz um vídeo que simula um incêndio na Amazônia. Reitera também que não tem qualquer envolvimento com esta produção

Com isso todo o material de filmagem foi confiscado e os membros da equipe e elenco foram encaminhados para delegacia. Maria Farinha tem fama por uma série de filmes tratando tema ecologia com prêmios no exterior. Aí caros amigos nos perguntamos Quantas florestas foram queimadas ou devastadas para produzirem esses tais filmes para produzir os renomados documentários ? E mais quem está bancando essa produção ? Será que tem alguma ONG por trás atendendo interesses de grupos estrangeiros ? 

Régis Rothfilber

Régis Rothfilber

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