Essa semana o assunto no Brasil e no exterior da grande imprensa esquerdista, foi a expectativa do discurso do presidente brasileiro Jair Messias Bolsonaro na ONU. Será que teríamos um discurso fascista (o presidente brasileiro nem de longe é um fascista) ou passaria vergonha internacional? Para não frustrar seus leitores ou espectadores essa parte da imprensa publicou artigos econômico criando a narrativa de que o presidente atacou as Nações Unidas e outros países semeando o ódio. 

 Vamos destacar algumas manchetes

  • FOLHA DE SP “Em discurso agressivo Bolsonaro ataca nações”
  • ESTADÃO “ Muito ideológico e agressivo”
  • G1 “ Vergonha, má fé e agressividade”
  • EL PAIS “ Morte, ameaças, intimidação com discurso que inflama multidões”
  • BBC BRASIL” Ofensivo, racista e paranoico: visão dos de líderes indigenas sobre discurso de Bolsonaro na ONU”

Primeiro é interessante ressaltarmos que todos os jornalistas e veículos de comunicação passaram 20 anos recebendo bilhões de reais em verbas publicitárias e patrocínios de estatais em projetos que pouco importavam para o grande público, sem contar com os blogs de jornalistas. Se formos calcular segundo dados oficiais foram 19 bilhões de reais. Isso abre ou não o questionamento das matérias com as manchetes acima?

 Agora vamos ao discurso do presidente Jair Bolsonaro

O discurso do presidente brasileiro na abertura dos trabalhos nas Nações Unidas foi sim duro, com posicionamentos de uma nação com instituições fortes e democráticas, reafirmando a soberania da nação brasileira, falando sim sobre o horror que Cuba e a Venezuela em suas ditaduras para seus cidadãos, apontou os reais interesses de alguns países que Lula volte a presidência do Brasil para permitir que os europeus explorem as riquezas das terras indígenas, enfatizou o progresso econômico do nosso país, os acordos de comércio entre Mercosul e Europa, do Brasil com Ásia, Oriente Médio e Oceania e fechou com chave de ouro lendo uma carta de algumas nações indígenas do Brasil expondo a verdade, entregue pela representante e líder indígena Ysani Kalapolo, que diga-se de passagem estava presente no discurso. 

Nessa carta podemos dizer que os boa parte dos ataques que assinaram relatam que os europeus, principalmente os franceses querem a criação de mais 20 reservas indígenas para poder explorar o subsolo que possuem riquezas como água potável, ouro, diamantes, petróleo, nióbio entre outras. Eu mesmo tive informação de uma fonte que pesquisadores brasileiros relataram um esquema de corrupção na reserva do Xingú e Raposa da Serra onde alguns caciques e fiscais dos IBAMA ganham dinheiro para permitirem exploração de empresas mineradoras pertencentes a fundos financeiros os quais os franceses fazem parte. Neste esquema os grupos europeus através de suas ONGS ajudam os envolvidos no esquema de corrupção a expulsarem as tribos que não concordam sair de sua terra. Aí vocês podem imaginar o que pode acontecer a essa pobre gente.

Outro fator importante no discurso do presidente Jair Bolsonaro é que ele defendeu sim a diplomacia com os países aliados do Brasil. Quem conhece o mínimo de diplomacia sabe que algumas vezes países têm visões diferentes sobre determinados temas e impõe o que acham melhor para seus países. Nada tem a ver com hostilidade ou radicalismo. No caso do presidente Emmanuel Macron, ele está preocupado com sua reeleição, sua rejeição de 80% e com o acordo Mercosul x União Européia, já que no agronegócio brasileiro pode suprir facilmente as necessidades da Europa, o que seria letal para o agronegócio Francês. 

Entre posicionamento  que o Brasil não é mais uma nação que baixa a cabeça perante os interesses dos países de primeiro mundo e a reação daqueles que não terão mais o Brasil como um tipo de colônia, esse discurso é no mínimo insolente na opinião dos estrangeiros. 

Régis Rothfilber

Régis Rothfilber

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