Sem reconhecer a escuridão, não há iluminação. Precisamos olhar para nosso interior para encontrarmos nossos vícios nas sombras e as virtudes latentes na centelha divina. Então, poderemos vencer nossas paixões e erigir templos às virtudes. Todos, sem exceção, temos um lado sombrio, que precisamos aprender a conviver, perdoar e iluminar.

Nunca critiquemos as pessoas; ninguém tem o direito de menosprezar e subestimar outrem, tecendo críticas destrutivas; tudo o que fazemos tem um motivo e tudo o que recebemos também, está ligado às semeaduras do passado. A evolução começa no momento presente, semear melhor para, no futuro, colher melhor.

Todos nós temos nosso grau de incompetência, seja qual for a área de aprendizado, profissional, cultural, espiritual, etc; ninguém tem o conhecimento pleno das coisas, tudo é muito dinâmico e está em constante transformação. Portanto, não alimentemos a soberba e a vaidade, sejamos humildes, admitamos quando entrarmos no nosso grau de incompetência, não é feio dizer: – Não sei.

A carga e a responsabilidade de querer ser o melhor a todo custo e em todo momento, gera estresse e nos faz cometer atos que podem prejudicar e magoar pessoas. Precisamos assumir a responsabilidade das coisas erradas que fazemos, nos perdoar, pedir perdão e procurar aprender com os erros e não mais cometê-los. Lembrando que não há evolução se não reconhecendo e aprimorando nossos vícios: – Não ter vícios não acrescenta nada à virtude. – Antonio Machado y Ruiz

Jorge Jubrail

Jorge Jubrail

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