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Não há outra maneira de espalhar a paz, se não, pela aceitação própria e do próximo; esqueçamos divergências e preconceitos

Apesar de ser uma palavra curta, a paz tem um significado muito amplo. Dentre todos os sentidos que tem a paz, dois deles estimulam nossa reflexão; primeiro que a paz é a ausência de conflitos; segundo, a paz é concórdia. Ambos os significados nos remetem à harmonia e ao equilíbrio que precisamos ter para nos mantermos em paz espiritual.

Quando pensarmos em ausência de conflitos, lembremos que o primeiro conflito que devemos evitar é conosco mesmo, com nossa existência e essência, com nossa aceitação própria. Somos o que somos, não precisamos personificar uma imagem para sermos aceitos em grupo social nenhum, seja um grupo profissional, religioso, uma confraria, etc.

Após a aceitação própria, precisamos resolver o conflito com o próximo, respeitando-o e aceitando-o como ele é. Para entendermos as nossas divergências com outras pessoas é necessário nos colocarmos no lugar dela, imaginar seus sentimentos, suas angústias e seu embasamento para o posicionamento conflituoso conosco.

Sanando nossos conflitos pessoais e com as outras pessoas, entraremos na concórdia, que é a harmonia, o entendimento próprio, das pessoas e da situação. Sem conflitos e com harmonia, nossa vida se tornará menos angustiante, teremos menos preocupações e ansiedades com o que estamos vivendo e o que virá pela frente.

Por fim, a paz, antes de qualquer coisa, passa pelo silêncio. Precisamos silenciar nossas mentes, desviar dos ruídos e interferências que sofremos diariamente das situações que insistimos em vivenciar, atraindo para nossas vidas, muitas vezes, o que não precisamos ter, conflitos, angústias, ansiedades e preocupações, vinculadas ao passado e ao futuro.

Silenciemos nossa mente agora e vamos dar importância apenas às coisas relevantes que estamos vivendo neste momento, vamos viver intensamente o presente com muita paz de espírito.

Jorge Jubrail

Jorge Jubrail

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