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“Nossa decisão mais difícil, optar por vivermos felizes ou infelizes, fazermos da Terra nosso apocalipse ou o paraíso. Só conseguimos viver no paraíso quando nos desapegamos das coisas terrenas, dos preconceitos e estigmas criados pelo próprio homem. Para nos desapegarmos dessas coisas, temos que nos religarmos com o Pai Divino e praticarmos a fraternidade e a caridade com nossos irmãos terrenos.”

Com uma única pergunta dirigida ao nosso íntimo, poderemos descobrir se somos felizes: – Se o mundo acabasse hoje, o que eu faria?

Se a resposta, ainda que fiquemos na dúvida, for parar tudo, mudar os hábitos, realizar os desejos, sejam eles quais forem, mudar de emprego, abandonar a religião que praticamos, sair da escola, abandonar a sociedade para vivermos nosso sonho, então não somos felizes. A felicidade é contentamento e agradecimento ao que possuímos, ao que conquistamos arduamente, lembrando que chegamos à Terra desprovidos de vestimenta e de bens, ao nascermos, nossas únicas posses eras as coisas universais.

Sem querer ser repetitivo nos meus textos, mas, já sendo, procuremos a felicidade dentro de nós, jamais fora. Quando a encontrarmos, seremos privilegiados, pois poderemos carrega-la para quer que se vá, com quem quer que seja e, também, seja qual for a situação, conseguiremos rir de nós mesmos. O Universo quer nos dar tudo, nós que nos limitamos pelas regras da sociedade, dos preconceitos raciais, de gênero e religioso, dentre outros e, pior, movemos guerras motivadas por convicções e interesses completamente efêmeros.

Outra coisa importante, precisamos entender que religião vem do latim e pode ter dois significados, relegere (reler) ou religare (religar). Seja qual significado adotemos como o mais correto para nós, que possamos relegere os textos antigos e modernos, refletirmos sobre eles e promovermos nosso religare com o Pai Divino e com nossos irmãos na Terra. Vale ratificar que não podemos ficar limitados em nossas mentes acreditam piamente, temos que expandi-las, para que não sejamos apenas mais um indivíduo compondo a massa de manobra, que as pessoas perniciosas guiam ao seu favor e contento.

Por fim, sejamos felizes como temos que ser, não como a sociedade quer que sejamos. Tudo é equilíbrio e harmonia, porque não se não, vira um vício, mesmo a ganância é um vício, tudo o que for prejudicial a nós e às pessoas, sendo feito regulamente é um vício, cuidado.

Jorge Jubrail

Jorge Jubrail

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