Santa Catarina tem os 10 municípios com maior índice de longevidade do país

Estado ocupa a terceira posição no ranking nacional do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal
Divulgação/PMBC
Balneário Camboriú é a primeira do ranking de IDHM Longevidade
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Santa Catarina teve destaque, nesta segunda-feira (29), com a divulgação do Atlas do Desenvolvimento Humano 2013 pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). No estudo, as 10 cidades com maior índice de longevidade do Brasil são catarinenses. A pesquisa analisou mais de 180 indicadores em 5565 cidades do país para estabelecer um ranking do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

O IDHM geral é composto por outros três índices que medem o desenvolvimento humano: longevidade, renda e educação. A pesquisa comparou dados desde 1991 até 2010, e constatou um crescimento de 47,8% no IDHM do Brasil, que ficou com 0,727 (o maior IDH possível é 1). Entre os três índices, o que mais colaborou com esta alta foi o da longevidade, que aumentou 23,2% e atingiu o patamar de 0,816.

Entre os 5.565 municípios brasileiros analisados, os 10 primeiros no ranking do IDHM Longevidade são de Santa Catarina: Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Rio do Sul, Rancho Queimado, Rio do Oeste, Iomerê, Joaçaba, Nova Trento e Porto União.

Qualidade de vida

No ranking do índice absoluto por estados, Santa Catarina ocupa a terceira posição, com um IDHM de 0,774. Em primeiro lugar está o Distrito Federal (0,824), seguido por São Paulo (0,783). As três últimas posições são ocupadas por Pará (0,646), Maranhão (0,639) e Alagoas (0,631).

Nos municípios, Florianópolis é a terceira cidade com melhor qualidade de vida (IDHM de 0,847), atrás de São Caetano (0,862) e Águas de São Pedro (0,854), ambas no estado de São Paulo. Balneário Camboriú ocupa a quarta posição e Joaçaba a oitava. A cidade catarinense com o pior desempenho no ranking foi Cerro Negro (0,621), na 3.680ª posição.

Capital

Além de ser a primeira entre as capitais do Brasil, Florianópolis se destaca também nos índices de renda e educação. Em ambos, ela ocupa a quinta posição, com os índices de 0,870 e 0,800, respectivamente. A cidade se manteve estável no ranking geral em relação ao Atlas de 2003, também divulgado pelo PNAD.

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